Sapa, trekking pelas fascinantes montanhas do Vietnã

O norte do Vietnã é daqueles lugares onde o tempo parece parar e permite ao viajante surpreender-se com os habitantes deste país milenar, admirando seu histórico passado, o caos de suas ruas ou seus mercados cheios de agitação. Mas, além disso, o Vietnã do norte, guarda uma jóia natural e cultural única no mundo, um lugar com muitos atrativos para que o visitante experimente uma aventura inesquecível. Falo-vos de Sapa, as montanhas mágicas do Vietnã, um dos melhores lugares do mundo para fazer caminhadas, onde as etnias que ali habitam dão um colorido especial a estas paisagens verdejantes repletos de campos de arroz. E o melhor de tudo é que ali se respira felicidade e uma boa onda difícil de igualar. Hoje eu conto o nosso trekking em Sapa, onde, entre campos de arroz, montanhas e tribos, podemos desfrutar de uma experiência inesquecível.
Sapa
Ao norte do Vietnã e fronteiriça com a China, Sapa pertence à província de Lao Cai, uma região remota famosa por seus terraços de arroz, suas montanhas e os grupos étnicos que ali habitam. E, claro, porque é o paraíso dos amantes do trekking, já que existe uma infinidade de caminhos para desfrutar da natureza no seu estado mais puro. Sapa está a uma altitude de 1.600 metros, é a cidade mais alta do Vietnã e a área está na cordilheira montanhosa Hoang Lien São.
Chegar a Sapa
Fica a cerca de 400 km de Hanoi, e a melhor opção para chegar é o trem para Lao Cai ( se é noite economiza tempo) ou em ônibus. Uma vez em Lao Cai, há que ir de ônibus ou táxi até a cidade de Sapa ( uma hora). Em Hanoi existe um grande número de agências que se gerem o seu trekking em Sapa embora, claro, e se tiver tempo, pode-se também ir pelo livre.

Etnias de Sapa
Um dos atrativos estas montanhas são as diferentes etnias que habitam por estas montanhas, cada uma com sua história, suas características e seu modo de vestir específica. Os hmong negros são a etnia mais numerosa de Sapa e vestir-se com roupas de cor preta com cores, de acordo com a área. A etnia Dao caracterizam-se por usar um lenço vermelho na cabeça, por isso são chamados Danos vermelhos. Os da etnia Tay vestem-se de azul escuro e os da etnia Giay vestem trajes tradicionais com pescoços com cores muito vivas. Estando lá é torna-se difícil diferenciá-los, a verdade. Por estas montanhas se você encontrar qualquer um deles, já que estes grupos saíram da China há bastantes anos e vivem por toda esta área do Vietnã do norte, Laos e Tailândia.
Minha experiência
A chegada foi difícil, não vou enganar. Um trem noturno ( 8 horas) levou-nos a partir de Hanoi, capital do Vietnã até a cidade de Lao Cai, muito perto da fronteira com a China. Nosso compartimento e o trem estava muito limpo e arrumado ( a cama de algo dura, isso sim) e o compartilhamos com um casal de holandeses com os quais trocamos experiências. Se dorme regular e nota-se o chocalho contínuo do trem, mas a emoção da experiência é o que conta.
Até aqui tudo bem, mas quando chegamos a Lao Cai, por volta das 6 da manhã e descemos do trem, ninguém nos esperava na estação. E tínhamos contratado os três dias por Sapa, na agência do hotel assim que supostamente teria alguém com o cartaz de Mr. Soler. Pois não. Passavam os minutos, os guias com cartazes de sobrenomes de todas as partes do mundo e o meu não aparecia. Foi a multidão, com os seus guias, nos tentaram convencer para levar-nos a Sapa, estamos ansiosos para que chegasse outro trem, mas não huno forma. Nosso guia nunca apareceu e lá estávamos nós em Lao Cai às 7:30 da manhã, e sem saber como chegar ao povo de Sapa, montanha acima.
Comecei a ligar para o hotel desesperadamente ( Blue Hanoi Inn, eu recomendo, sem dúvida) e não tinha resposta, porque meu telefone ocidental não chegou lá. Mandei mensagens pelo facebook o director do hotel de Hanói, onde contratei o passeio para que nos ajudasse, e respondeu tarde. Ao final, uma simpática guia local ligou do seu celular para o telefone do hotel e conseguimos comunicar que nos haviam deixado puxados lá e que peligraba nossa rota de trekking. Depois de meia hora de espera, chegou um senhor em uma moto, como não, e nos deu um bagunçado barramento local endereço Sapa. Ao menos não nos íamos ficar na terra….
Uma hora depois chegamos à cidade de Sapa, pitoresca, turismo e muito animada. Aqui caminhadas e as etnias das montanhas são os pilares básicos do turismo e tudo gira em torno do estrangeiro. A nossa guia e o nosso pequeno grupo nos esperavam lá com cara de resignação, pensavam que ninguém nos tinha que pegar em Lao Cai. Depois do mal-entendido, fomos tomar o pequeno-almoço à carreira e começamos o trekking de 2 dias por estas montanhas mágicas.
Lan, nossa guia de Sapa Pathfinder Travel era um encanto, dava gosto ouvi-la falar e vê-la sorrir. Pertencente à etnia Hmong, colocamos o nome de Rosita e ela gostava de como soava o seu nome em português. Nos deu dois dias inesquecíveis, e não apenas as mágicas montanhas e verdes paisagens, mas também por sua simpatia, sua inteligência e seu bom rolo. Contou-Nos centenas de detalhes da vida nas montanhas e do povo que lá vive.
Primeiro dia de Trekking ( 8 horas)
Antes de sair para andar já tinha perto do hotel, várias mulheres Hmong das tribos das montanhas nos esperando. Nos iriam acompanhar durante a travessia do primeiro dia e, embora eu era cético e não me agradou nada o processo, e no final tive que reconhecer que essas mulheres me fizeram a viagem mais interessante e até me salvaram mais de um contratempo. Porque os dias anteriores havia chovido e não vos quero contar como estava o terreno……. Impraticável em alguns casos, e entendi o porque nossa guia rosita usava botas de água para a caminhada de dois dias.
O caso é que nada mais começar a andar, um boi, protegendo sua prole nos cortou o passo e não havia maneira de passar com esse bicho na metade olhando com o cenho franzido. Depois de um tempo, as mulheres locais, conseguiram que se afastasse, mas pode-se entender a teimosia e instinto materno deste animal. As paisagens que começamos a ver o vale de Muong Hoa me enchiam de alegria e de otimismo: intermináveis e ondulados arrozais se misturavam com as montanhas próximas. Vários tons de verde em um lugar onde se respira algo de mágico e onde se sente em perfeita conexão com a natureza.
De quando em quando, a nossa guia Rosita parava para explicar algum detalhe de como as pessoas viviam nas montanhas, como usavam a tintura natural para seus coloridos vestidos, para explicar como se cultiva o arroz…. A garota era legal e todas as mulheres que nos acompanhavam não paravam de campo só e também de pedir que lhes compráramos alguma lembrança de sua pesada cesta. “Later, later…..” Paramos e nos deram a comer mangas, nos cantaram canções tradicionais, nos reimos com elas e cada vez a união era maior. Ainda mais, quando nos davam a mão e nos ajudar a passar por algum lugar escorregadio, que houve muitos. Ainda assim me dei algum banco, mas sem a ajuda dessas mulheres e especialistas vendendo, acho que eu teria matado a pé por aquelas montanhas.
Depois de várias horas a pé, passamos pela aldeia de Linh Ho, onde vivem os Hmong preto, grupo étnico conhecido pela sua roupa preta. Tocava na hora do almoço e lá se despediram de nós as bondosas mulheres Hmong das montanhas, não sem antes fazer alguma compra. Ou você compra, ou vai às compras. Isso é o que há. E depois de sua ajuda e companhia, tive que comprar, depois do típico regateio, umas pulseiras e uns porta-moedas feito a mão. O almoço foi básico mas que me soube a glória e veio-me bem para recuperar as forças.

Continuamos a pé, admirando estas belas paisagens, tirando fotos, conversando com o guia, com os nossos companheiros de estrada e até vendo surpreendido algum motociclista por estes caminhos escorregadios. Não me entra na cabeça como chegam as motos até aqui.
Aproximava-Se a tarde e antes de chegar ao nosso alojamento, passamos pelo povoado de Lao Chao onde conhecemos como secas e moídas, o milho, como tecem suas vestes….Chegamos ao povoado Ta Van, de maioria Zai, onde nós relação custo x benefício na casa de uma família local em colchões com mosquiteiros mais ou menos furadas…. Jantar de escândalo e tomamos umas cervejas, entre conversas e risos. Algo que eu não gostei e embora pareça estranho era o wifi, porque, infelizmente, naquele lugar perdido nas montanhas na fronteira com a china, tinham wi-fi para os clientes…..
Segundo dia de trekking ( 6 horas)
Para não vos fazer muito pesado o relato, dizendo que no dia seguinte tomamos café da manhã e continuamos andando por entre esses belos verdes paisagens. A nossa guia se levantou com uns grandes nenhum desconforto no pescoço, que ela mesma havia feito para melhorar a sua constipação ( nunca entenderei algumas práticas de medicina tradicional). Passamos pela cachoeira Ta chai, pontes suspensas de madeira, florestas de bambu, mais plantações de arroz, o monte Fansipan ao fundo ( 3.143 m). Lá conhecemos outra das tribos das montanhas, os zao vermelhos com seu característico lenço vermelho na cabeça. E a nossa simpática guia continuou dando detalhes sobre a área, suas gentes e até fazendo música com as folhas que certa árvore.
Continuamos andando, o sol saiu e a rota e as vistas estavam batendo. Chegamos algo cansados a uma estrada e da “civilização”, comemos uma boa sopa Pho em um restaurante local e nos levaram de volta em van até a cidade de Sapa. Lá apuramos as últimas horas fazendo algumas compras, nos demos um chuveiro, uma rica jantar e voltar para o nosso trem noturno que nos levaria de volta à ruidosa Hanoi.
Povo de Sapa
Na cidade de Sapa não é que tenha muito que ver ( além de ir às compras) porque é, basicamente, o campo base para passeios a pé ou de bicicleta na área, mas o que se pode encontrar é artesanato de todo tipo, que vendem as mulheres…

O norte do Vietnã é daqueles lugares onde o tempo parece parar e permite ao viajante surpreender-se com os habitantes deste país milenar, admirando seu histórico passado, o caos de suas ruas ou seus mercados cheios de agitação. Mas, além disso, o Vietnã do norte, guarda uma jóia natural e cultural única no mundo, um lugar com muitos atrativos para que o visitante experimente uma aventura inesquecível. Falo-vos de Sapa, as montanhas mágicas do Vietnã, um dos melhores lugares do mundo para fazer caminhadas, onde as etnias que ali habitam dão um colorido especial a estas paisagens verdejantes repletos de campos de arroz. E o melhor de tudo é que ali se respira felicidade e uma boa onda difícil de igualar. Hoje eu conto o nosso trekking em Sapa, onde, entre campos de arroz, montanhas e tribos, podemos desfrutar de uma experiência inesquecível. 
Sapa 
Ao norte do Vietnã e fronteiriça com a China, Sapa pertence à província de Lao Cai, uma região remota famosa por seus terraços de arroz, suas montanhas e os grupos étnicos que ali habitam. E, claro, porque é o paraíso dos amantes do trekking, já que existe uma infinidade de caminhos para desfrutar da natureza no seu estado mais puro. Sapa está a uma altitude de 1.600 metros, é a cidade mais alta do Vietnã e a área está na cordilheira montanhosa Hoang Lien São. 
Chegar a Sapa 
Fica a cerca de 400 km de Hanoi, e a melhor opção para chegar é o trem para Lao Cai ( se é noite economiza tempo) ou em ônibus. Uma vez em Lao Cai, há que ir de ônibus ou táxi até a cidade de Sapa ( uma hora). Em Hanoi existe um grande número de agências que se gerem o seu trekking em Sapa embora, claro, e se tiver tempo, pode-se também ir pelo livre. 

Etnias de Sapa 
Um dos atrativos estas montanhas são as diferentes etnias que habitam por estas montanhas, cada uma com sua história, suas características e seu modo de vestir específica. Os hmong negros são a etnia mais numerosa de Sapa e vestir-se com roupas de cor preta com cores, de acordo com a área. A etnia Dao caracterizam-se por usar um lenço vermelho na cabeça, por isso são chamados Danos vermelhos. Os da etnia Tay vestem-se de azul escuro e os da etnia Giay vestem trajes tradicionais com pescoços com cores muito vivas. Estando lá é torna-se difícil diferenciá-los, a verdade. Por estas montanhas se você encontrar qualquer um deles, já que estes grupos saíram da China há bastantes anos e vivem por toda esta área do Vietnã do norte, Laos e Tailândia. 
Minha experiência 
A chegada foi difícil, não vou enganar. Um trem noturno ( 8 horas) levou-nos a partir de Hanoi, capital do Vietnã até a cidade de Lao Cai, muito perto da fronteira com a China. Nosso compartimento e o trem estava muito limpo e arrumado ( a cama de algo dura, isso sim) e o compartilhamos com um casal de holandeses com os quais trocamos experiências. Se dorme regular e nota-se o chocalho contínuo do trem, mas a emoção da experiência é o que conta. 
Até aqui tudo bem, mas quando chegamos a Lao Cai, por volta das 6 da manhã e descemos do trem, ninguém nos esperava na estação. E tínhamos contratado os três dias por Sapa, na agência do hotel assim que supostamente teria alguém com o cartaz de Mr. Soler. Pois não. Passavam os minutos, os guias com cartazes de sobrenomes de todas as partes do mundo e o meu não aparecia. Foi a multidão, com os seus guias, nos tentaram convencer para levar-nos a Sapa, estamos ansiosos para que chegasse outro trem, mas não huno forma. Nosso guia nunca apareceu e lá estávamos nós em Lao Cai às 7:30 da manhã, e sem saber como chegar ao povo de Sapa, montanha acima. 
Comecei a ligar para o hotel desesperadamente ( Blue Hanoi Inn, eu recomendo, sem dúvida) e não tinha resposta, porque meu telefone ocidental não chegou lá. Mandei mensagens pelo facebook o director do hotel de Hanói, onde contratei o passeio para que nos ajudasse, e respondeu tarde. Ao final, uma simpática guia local ligou do seu celular para o telefone do hotel e conseguimos comunicar que nos haviam deixado puxados lá e que peligraba nossa rota de trekking. Depois de meia hora de espera, chegou um senhor em uma moto, como não, e nos deu um bagunçado barramento local endereço Sapa. Ao menos não nos íamos ficar na terra.... 
Uma hora depois chegamos à cidade de Sapa, pitoresca, turismo e muito animada. Aqui caminhadas e as etnias das montanhas são os pilares básicos do turismo e tudo gira em torno do estrangeiro. A nossa guia e o nosso pequeno grupo nos esperavam lá com cara de resignação, pensavam que ninguém nos tinha que pegar em Lao Cai. Depois do mal-entendido, fomos tomar o pequeno-almoço à carreira e começamos o trekking de 2 dias por estas montanhas mágicas. 
Lan, nossa guia de Sapa Pathfinder Travel era um encanto, dava gosto ouvi-la falar e vê-la sorrir. Pertencente à etnia Hmong, colocamos o nome de Rosita e ela gostava de como soava o seu nome em português. Nos deu dois dias inesquecíveis, e não apenas as mágicas montanhas e verdes paisagens, mas também por sua simpatia, sua inteligência e seu bom rolo. Contou-Nos centenas de detalhes da vida nas montanhas e do povo que lá vive. 
Primeiro dia de Trekking ( 8 horas) 
Antes de sair para andar já tinha perto do hotel, várias mulheres Hmong das tribos das montanhas nos esperando. Nos iriam acompanhar durante a travessia do primeiro dia e, embora eu era cético e não me agradou nada o processo, e no final tive que reconhecer que essas mulheres me fizeram a viagem mais interessante e até me salvaram mais de um contratempo. Porque os dias anteriores havia chovido e não vos quero contar como estava o terreno....... Impraticável em alguns casos, e entendi o porque nossa guia rosita usava botas de água para a caminhada de dois dias. 
O caso é que nada mais começar a andar, um boi, protegendo sua prole nos cortou o passo e não havia maneira de passar com esse bicho na metade olhando com o cenho franzido. Depois de um tempo, as mulheres locais, conseguiram que se afastasse, mas pode-se entender a teimosia e instinto materno deste animal. As paisagens que começamos a ver o vale de Muong Hoa me enchiam de alegria e de otimismo: intermináveis e ondulados arrozais se misturavam com as montanhas próximas. Vários tons de verde em um lugar onde se respira algo de mágico e onde se sente em perfeita conexão com a natureza. 
De quando em quando, a nossa guia Rosita parava para explicar algum detalhe de como as pessoas viviam nas montanhas, como usavam a tintura natural para seus coloridos vestidos, para explicar como se cultiva o arroz.... A garota era legal e todas as mulheres que nos acompanhavam não paravam de campo só e também de pedir que lhes compráramos alguma lembrança de sua pesada cesta. "Later, later....." Paramos e nos deram a comer mangas, nos cantaram canções tradicionais, nos reimos com elas e cada vez a união era maior. Ainda mais, quando nos davam a mão e nos ajudar a passar por algum lugar escorregadio, que houve muitos. Ainda assim me dei algum banco, mas sem a ajuda dessas mulheres e especialistas vendendo, acho que eu teria matado a pé por aquelas montanhas. 
Depois de várias horas a pé, passamos pela aldeia de Linh Ho, onde vivem os Hmong preto, grupo étnico conhecido pela sua roupa preta. Tocava na hora do almoço e lá se despediram de nós as bondosas mulheres Hmong das montanhas, não sem antes fazer alguma compra. Ou você compra, ou vai às compras. Isso é o que há. E depois de sua ajuda e companhia, tive que comprar, depois do típico regateio, umas pulseiras e uns porta-moedas feito a mão. O almoço foi básico mas que me soube a glória e veio-me bem para recuperar as forças. 

Continuamos a pé, admirando estas belas paisagens, tirando fotos, conversando com o guia, com os nossos companheiros de estrada e até vendo surpreendido algum motociclista por estes caminhos escorregadios. Não me entra na cabeça como chegam as motos até aqui. 
Aproximava-Se a tarde e antes de chegar ao nosso alojamento, passamos pelo povoado de Lao Chao onde conhecemos como secas e moídas, o milho, como tecem suas vestes....Chegamos ao povoado Ta Van, de maioria Zai, onde nós relação custo x benefício na casa de uma família local em colchões com mosquiteiros mais ou menos furadas.... Jantar de escândalo e tomamos umas cervejas, entre conversas e risos. Algo que eu não gostei e embora pareça estranho era o wifi, porque, infelizmente, naquele lugar perdido nas montanhas na fronteira com a china, tinham wi-fi para os clientes..... 
Segundo dia de trekking ( 6 horas) 
Para não vos fazer muito pesado o relato, dizendo que no dia seguinte tomamos café da manhã e continuamos andando por entre esses belos verdes paisagens. A nossa guia se levantou com uns grandes nenhum desconforto no pescoço, que ela mesma havia feito para melhorar a sua constipação ( nunca entenderei algumas práticas de medicina tradicional). Passamos pela cachoeira Ta chai, pontes suspensas de madeira, florestas de bambu, mais plantações de arroz, o monte Fansipan ao fundo ( 3.143 m). Lá conhecemos outra das tribos das montanhas, os zao vermelhos com seu característico lenço vermelho na cabeça. E a nossa simpática guia continuou dando detalhes sobre a área, suas gentes e até fazendo música com as folhas que certa árvore. 
Continuamos andando, o sol saiu e a rota e as vistas estavam batendo. Chegamos algo cansados a uma estrada e da "civilização", comemos uma boa sopa Pho em um restaurante local e nos levaram de volta em van até a cidade de Sapa. Lá apuramos as últimas horas fazendo algumas compras, nos demos um chuveiro, uma rica jantar e voltar para o nosso trem noturno que nos levaria de volta à ruidosa Hanoi. 
Povo de Sapa 
Na cidade de Sapa não é que tenha muito que ver ( além de ir às compras) porque é, basicamente, o campo base para passeios a pé ou de bicicleta na área, mas o que se pode encontrar é artesanato de todo tipo, que vendem as mulheres...

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *